Começou, (estranhamente) bem o ano.
Amigos, boas companhias, festa, danças, cumplicidades.
São estranhas as pessoas que aparecem e as conversas que se têm.
Ainda mais estranhos os favores que se fazem e estranhas as mentiras que dizemos a nós próprios.
Estranho o que se sente quando não se devia sentir.
Estranho como se consegue evitar.
Feliz 2011!

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