Friday, May 25, 2007

Fazer poesia é confessar-se...


Abraça me...

Sunday, May 20, 2007

And after all..."Nothing succeeds like success!"

Das palavras de um grande vitoriano citado por uma grande professora faço minhas, estas que são bem mais simples, de um agradecimento por uma coisa tão simples e de aparentemente tão pouca importância, mas que no fundo significou a concretização efectiva de todo um ciclo.
Foi bonito...
Foi mesmo muito bonito, todo ele desde o príncipio ao fim. E agora que penso, não só este dia mas também estes quatro anos em que tanta coisa aconteceu e ao longo dos quais me foi dada a oportunidade de aprender tanta coisa, e em que acima de tudo sei que me mantive sempre fiel a mim própria.
Não vejo que seja o fim de uma era,
mas apenas uma expansão de tudo isto que ando
a construir há tanto tempo.
Não penso no que acabou mas sim no tanto que virá a seguir!
E finalmente, obrigado sobretudo aos que estiveram presentes e também aos que gostaria que tivessem estado.
No fundo fazem e fizeram todos parte de certa parte da minha vida.

"Agora viro à esquerda ou viro à direita?
Porque o caminho da frente já não me aceita.
Não é solução perfeita
é a solução circular
não voltes atrás se não começas-te a atrasar ...


...Cada passo que dás
é sempre decisivo
chama-lhe estranho
mas é a maneira que eu vivo..."



"And in the end, it's not the years in your life that count.
It's the life in your years."
A. Lincoln

Tuesday, May 08, 2007

Batem as portas em tons...

Assim, disso já nada me importa
e muito pouco me importuna.
Por isso vê que não vale a pena...
Essas coisas chamadas nada
não servem para coisa nenhuma.
Sei que há que cair e
que me queres apanhar.
Mas não me chames doido a mim...
que não sei quem te vai parar.

Assim batem as portas
sem tons nem suplicios.
E é vê-los cair das vidas nos precipícios
como corpos... do nono andar.

East or West, do or die?

Lembro fotograficamente os teus olhos vidrados,
cheiamente vazios.
Lembro-me, neste momento, mais deles do que de ti.
Que será feito de ti?
Talvez, no formidável algures da vida...
Casaste. Creio que és pai. Deves ser feliz.
Porque não haverias de o ser?

Só por maldade...
Sim seria injusto...
Injusto?

(Era um eclipse pelo mundo e eu
contemplava da janela, sorrindo.)

A vida...
Branco ou tinto é o mesmo: é para vomitar.


(Poema de Fernando Pessoa)
_alterado e adaptado_