Nem uma ou vinte, nem 500 mil vezes, sei que não terei portanto de esquecer assim nunca, ningúem que venha a seguir a ti...
"Quando veio,
Mostrou-me as mãos vazias,
As mãos como os meus dias,
Tão leves e banais.
E pediu-me
Que lhe levasse o medo,
Eu disse-lhe um segredo:
"Não partas nunca mais".
E dançou,
Rodou no chão molhado,
Num beijo apertado
De barco contra o cais.."
Já não sei quem te perdeu...
Mas sei que só perde quem me perdeu a mim.