The 18 rules for living - Dalai Lama
1. Take into account that great love and great achievements involve great risk.
2. When you lose, don't lose the lesson.
3. Follow the three Rs: 1. Respect for self 2. Respect for others 3. Responsibility for all your actions.
4. Remember that not getting what you want is sometimes a wonderful stroke of luck.
5. Learn the rules so you know how to break them properly.
6. Don't let a little dispute injure a great friendship.
7. When you realize you've made a mistake, take immediate steps to correct it.
8. Spend some time alone every day.
9. Open your arms to change, but don't let go of your values.
10. Remember that silence is sometimes the best answer.
11. Live a good, honourable life. Then when you get older and think back, you'll be able to enjoy it a second time.
12. A loving atmosphere in your home is the foundation for your life.
13. In disagreements with loved ones, deal only with the current situation. Don't bring up the past.
14. Share your knowledge. It's a way to achieve immortality.
15. Be gentle with the earth.
16. Once a year, go someplace you've never been before.
17. Remember that the best relationship is one in which your love for each other exceeds your need for each other.
18. Judge your success by what you had to give up in order to get it.
Tuesday, February 28, 2012
Friday, February 17, 2012
Porque ficas até mais tarde no trabalho a descrever brutos de cultura e ficas a saber mais, muito mais sobre o maravilhoso mundo dos trâmites das cerimónias protocolares, das pessoas, das instituições, da economia, do turismo, da essência e das sensibilidades de um povo de todo um país, e de vários povos de vários países.
porque sais mais tarde do trabalho e encontras o colega responsável por toda a produção temática de cinema de uma estação e porque ao levantares a chave do carro do guiché dos seguranças, passa por ti um outro carro onde está um outro colega teu, director criativo de todas as promoções, que te lembra da festa que está a organizar naquele dia e que uma vez mais te convida, ao que tu dizes que não vais poder ir.
não vais porque não estás muito para isso, mas ele é o Miguel Somsen e tens confiança e amizade suficiente com ele para lhe dizeres isso. ele acena-te como se assentisse perfeitamente que sim porque no fundo é ele também teu amigo e dá-te um beijo de bom fim-de-semana antes de seguir o seu caminho.
no vidro de trás do jipe está um velho autocolante indicativo de bebé a bordo, comprovado pela cadeirinha de bebé abraçada ao banco traseiro, morada da pequena Amália, sim Amália, tal como a fadista, nos dias que se senta naquele carro.
e porque aquele dia é uma sexta-feira, dia de descanso, dia de festa. mas porque é dia de subir e ver o parque de estacionamento da empresa ainda meio cheio, dia de perceber que ainda há muita gente a trabalhar.
porque ficas até mais tarde no trabalho percebes que o parque de estacionamento afinal até é pequeno e detém nele soberba vista pelos arraiais de Queluz de baixo e Tercena.
porque ficas até mais tarde no trabalho e trabalhas ali há quase quatro anos, percebes que no fundo conheces quase todos aqueles carros de cor, a quem pertencem e a que horas entraram, até a que horas acabarão por sair.
porque ficas até mais tarde no trabalho e já sabes que destino te espera, sais calmamente entre um suspiro abafado, assim como se nada fosse, e esperas pelo dia em que um minuto não será mais do que um minuto e que 24 horas serão apenas 24 horas, ao contrário do que te diz um slogan maluco das industrias de televisão.
porque sais mais tarde do trabalho e encontras o colega responsável por toda a produção temática de cinema de uma estação e porque ao levantares a chave do carro do guiché dos seguranças, passa por ti um outro carro onde está um outro colega teu, director criativo de todas as promoções, que te lembra da festa que está a organizar naquele dia e que uma vez mais te convida, ao que tu dizes que não vais poder ir.
não vais porque não estás muito para isso, mas ele é o Miguel Somsen e tens confiança e amizade suficiente com ele para lhe dizeres isso. ele acena-te como se assentisse perfeitamente que sim porque no fundo é ele também teu amigo e dá-te um beijo de bom fim-de-semana antes de seguir o seu caminho.
no vidro de trás do jipe está um velho autocolante indicativo de bebé a bordo, comprovado pela cadeirinha de bebé abraçada ao banco traseiro, morada da pequena Amália, sim Amália, tal como a fadista, nos dias que se senta naquele carro.
e porque aquele dia é uma sexta-feira, dia de descanso, dia de festa. mas porque é dia de subir e ver o parque de estacionamento da empresa ainda meio cheio, dia de perceber que ainda há muita gente a trabalhar.
porque ficas até mais tarde no trabalho percebes que o parque de estacionamento afinal até é pequeno e detém nele soberba vista pelos arraiais de Queluz de baixo e Tercena.
porque ficas até mais tarde no trabalho e trabalhas ali há quase quatro anos, percebes que no fundo conheces quase todos aqueles carros de cor, a quem pertencem e a que horas entraram, até a que horas acabarão por sair.
porque ficas até mais tarde no trabalho e já sabes que destino te espera, sais calmamente entre um suspiro abafado, assim como se nada fosse, e esperas pelo dia em que um minuto não será mais do que um minuto e que 24 horas serão apenas 24 horas, ao contrário do que te diz um slogan maluco das industrias de televisão.
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