Tuesday, April 29, 2008

De tão premente que é lembrar-te, sei assim que não me será impossível esquecer-te

Se na verdade não te esqueci nunca...
Nem uma ou vinte, nem 500 mil vezes, sei que não terei portanto de esquecer assim nunca, ningúem que venha a seguir a ti...

"Quando veio,
Mostrou-me as mãos vazias,
As mãos como os meus dias,
Tão leves e banais.
E pediu-me
Que lhe levasse o medo,
Eu disse-lhe um segredo:
"Não partas nunca mais".

E dançou,
Rodou no chão molhado,
Num beijo apertado
De barco contra o cais.."



Já não sei quem te perdeu...
Mas sei que só perde quem me perdeu a mim.

2 comments:

NG said...

Podia ter escrito isto... Caramba!!
Há gente muito cega!!

Bjs, N

Teresinha said...

Estou certa que podias.
E sim... há muito cego, muito nem sei bem o que dizer...
bj linda