Deitei hoje o que restava de ti no caixote do lixo juntamente com restos de pedaços de peixe podre, papéis, e cascas velhas de melancia.
No que fomos sempre como ilhas desertas de onde passava um barco para as ligar de tempos a tempos.
Agora já não passam barcos, nem boia lixo.
Escoou tudo para onde vão efectivamente os detritos.
E tu foste com eles, hoje finalmente, para onde vai o lixo e os esgotos quem sabe...
De onde nunca deverias ter saído.
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