As pessoas não se querem. Usam-se.
E vão caindo assim desamparadas nos braços umas das outras não porque querem mas porque precisam. Do toque, do cheiro, do abraço e da presença.
Pouco ligam aos nomes, às advertências, aos meandros e às realidades do passado e presente de cada um.
Pessoas.
Histórias.
Pessoas sem histórias e histórias de pessoas...
E ela tinha uma história para escrever há mais de cinco anos.
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