Custa-me vir para casa, chegar e ver-te assim. E saber.
Ainda não consigo acreditar que também tu num destes dias próximos me vais deixar.
Odeio, simplesmente odeio a impotência de não conseguir fazer nada, eu que te criei, todos estes anos.
Nada...

Não sei como vai ser... Não sei. Não sei. Não sei...
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