Perdi-te no caminho para casa
Comprei um maço de ciagarros
Sabendo que nunca os fumaria
Talvez quisesse tê-los para os dar
As mulheres não nos pedem doces
Pedem antes bebida ou tabaco
É claro que querem doces, afectos
Mas isso não pedem, oferecemos um
cigarro
Roubamos-lhes cinco minutos de vida
De cinco en cinco minutos tentamos
agarrá-las
Enfiar-lhes um cancro no coração.
Tens lume?
Tenho, tenho...
Diogo Vaz Pinto in http://omelhoramigo.blogspot.com
4 comments:
fico contente que tenhas gostado
Gostei muito do poema. Só é pena é ser triste mas no fundo verdadeiro. Acho que a poesia não podia andar mais de mãos dadas com a vida.
teresinha! é a mabi! LOL vou já por um link paki no meu blog!!! espero k esteja td bem cnt, dd akele encontro acidental no bairro... beijinhs! e vou passar a dar um olhinho aki e a comentar! ;)
A singularidade dos prazeres únicos,como o que não fumamos a dois...fumar-nos-emos depois ;)
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