Friday, December 30, 2005

Feliz 2006!

E finalmente vem aí o novo ano, esperado por muitos, por outros não tanto, mas sem dúvida mais um. Ainda parece que foi ontem que entrámos em 2005, agora já não vejo o tempo demorar a passar como antes, agora parece passar sempre mais rápido do que às vezes se dá conta.
Espero que vos traga todas as coisas que desejarem, que alimente os sonhos e espalhe as alegrias já conquistadas e vos traga ainda mais!
Como dizem o passado fica para trás, para quê lutar com ele se o passado passou e afinal não se pode mudar. Encontrei esta quote de um escritor inglês que me pareceu muito interessante, precisamente por me ter aparecido na véspera de ano novo:
"The past is a foreign country; they do things differently there."
E fiquei a pensar, se esse passado é então um país diferente é sem dúvida altura de se começarem a explorar países novos porque se as coisas no passado se faziam diferentes no presente já não é assim.
Essecialmente desejo que possam explorar outros "países" fora daqueles que sejam passados, fora dos que já não não façam sentido ou que não teham eco no agora.
Ano novo, vida nova, sempre ouvi dizer isto... Verdade ou não sempre se idealiza qualquer coisinha num novo ano, mas sobretudo espero que sejam felizes, cada um à sua maneira mas rodeados de tudo o que vos faz sorrir. E sorriam sempre!
Beijinhos a todos e uma grande entrada em 2006!

Thursday, December 01, 2005

O começo...

Já há cerca de 3 anos que oiço falar em blogs e confesso que nunca conseguiram cativar a minha atenção. Sempre acreditei que o se escreve e o que se pensa (no meu caso) devia ficar guardado para mim. Talvez por me terem vindo a ensinar que o saber estar calado era uma arte, agora vejo, uma arte que fui aprendendo demasiadamente bem e que me fez começar a escrever a sério. O papel nunca teve de me ouvir e a ele podia contar tudo o que quisesse, sabia que ele não ia contar a ninguém e que nunca me julgaria.
Continuo agora a preferir ouvir em vez de falar, assim escrevo mais e digo menos parvoíces. E já disse muitas, continuo a dizê-las, acho que todos vocês sabem disso.
Mas decidi começar a partilhar esses meus "papéis" por aqui, alguém inderectamente me aconselhou e depois de algum tempo pensei, porque não? Já que agora todos o fazem porque não eu, afinal sempre tenho algumas coisas a dizer... e entretanto acho que me cansei de ser como tu (e que pena nunca me poderes vir a entender...). Tu, que guardas tudo para dentro, e eu que não quero ser assim. Não quero chegar a ser como tu.
Espero que gostem do que fôr escrevendo e que um dia leiam as continuações dos fragmentos, pelo menos daqueles que eu tiver a coragem de escrever até ao fim.
Era só isto... afinal não foi assim tão difícil.